Na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos solicitaram negociações trilaterais com a Rússia e a China para definir novos limites para armamentos nucleares, após o término do último tratado entre as duas potências nucleares. O subsecretário de Estado para o Controle de Armas, Thomas DiNanno, destacou a necessidade de uma nova arquitetura que responda às ameaças contemporâneas, em uma conferência em Genebra.
A Rússia não descartou a possibilidade de participar das negociações, mas condicionou sua adesão à inclusão da França e do Reino Unido, aliados dos Estados Unidos na Otan. DiNanno enfatizou que o arsenal nuclear chinês permanece sem limites ou controles, o que reforça a urgência de um novo acordo que envolva mais países na discussão do controle de armas.
As declarações de DiNanno refletem uma preocupação crescente com a falta de regulamentação sobre os arsenais nucleares globais. O cenário atual levanta questões sobre a eficácia de acordos de desarmamento, especialmente após o fim do tratado que limitava os arsenais entre os EUA e a Rússia, criando um ambiente propício para uma nova era de negociações diplomáticas.

