A DHM, empresa argentina de tecnologia em saúde, lançou uma plataforma no Brasil que combina inteligência artificial, desafios diários e registros em blockchain para ajudar usuários a emagrecer.
A plataforma, que opera pelo WhatsApp e também está acessível via navegador, propõe ciclos curtos de desafios, como três dias sem açúcar ou ultraprocessados, e recompensa os usuários com Health Coins, tokens digitais que registram o progresso do usuário.
“Nosso objetivo é quebrar metas grandes em ações simples e possíveis. Cada micro-hábito diário é um passo que reforça a confiança do usuário e cria consistência”, afirma Gonzalo Villa, diretor-executivo da DHM.
Um dos recursos centrais da plataforma é o chamado Weight Bet Market, onde usuários tornam públicas suas metas de perda de peso e amigos ou membros da comunidade podem apostar se o objetivo será alcançado.
“Quando vemos amigos apostando no nosso progresso, a motivação aumenta. Transforma um desafio pessoal em uma experiência social divertida e envolvente”, diz Villa.
A plataforma também tem espaço para aqueles que preferem manter a privacidade, afirma Pedro Xavier, diretor-executivo da Mannah. “Cada usuário é representado apenas por um endereço na blockchain, sem nome, sem foto, sem informação pessoal visível.”
A plataforma usa uma moeda interna chamada Health Coin, lastreada em HTR, a criptomoeda nativa da Hathor Network. “Quem acerta uma previsão recebe HTR real na carteira digital, com cotação de mercado e possibilidade de conversão para reais quando quiser”, explica Xavier.
A DHM também oferece a Helena, nutricionista com IA disponível 24 horas, que responde dúvidas sobre alimentação, sugere substituições e orienta antes e depois do treino.
“Ao coletar dados de forma ética e segura, conseguimos usar tecnologia para entregar recomendações personalizadas. Não é só gamificação, é ciência aplicada ao dia a dia do usuário”, diz Villa.
“Mais do que ajudar a emagrecer, queremos mostrar que pequenas mudanças diárias podem transformar a saúde e o estilo de vida no longo prazo. Micro-hábitos, tecnologia e comunidade tornam esse processo possível, recompensador e duradouro”, conclui Villa.

