Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: 13,1% das vítimas de feminicídio no Brasil possuíam medida protetiva vigente
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

13,1% das vítimas de feminicídio no Brasil possuíam medida protetiva vigente

Amanda Rocha
Última atualização: 4 de março de 2026 13:17
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), divulgado nesta quarta-feira (4), revelou que 13,1% das vítimas de feminicídio em 16 unidades da federação analisadas possuíam uma Medida Protetiva de Urgência (MPU) vigente no momento em que foram assassinadas. Os dados integram a pesquisa Retrato dos Feminicídios no Brasil.

De um total de 1.127 feminicídios analisados, 148 mulheres foram mortas enquanto a medida estava em vigor. A pesquisa também apontou que a ampla maioria das vítimas (86,9%) morreram sem nunca ter acessado uma MPU.

No Acre, um quarto das vítimas (25%) já possuía a proteção da Justiça quando o crime ocorreu. Cenários semelhantes foram registrados em Mato Grosso (22,2%) e na capital de São Paulo (21,7%). Em números absolutos, o estado de Minas Gerais concentra a estatística mais letal do recorte: 69 mulheres foram assassinadas entre 2021 e 2023 mesmo com a MPU em vigor, representando 16,7% dos casos no estado.

Em contrapartida, estados como Alagoas (4,5%), Distrito Federal (4,3%) e Maranhão (4,3%) apresentaram os menores índices. Especialistas do FBSP destacam que a concessão da medida protetiva no papel não é suficiente para impedir a letalidade, frequentemente imposta por parceiros (59,4%) ou ex-parceiros (21,3%).

- Publicidade -
Ad imageAd image

O estudo enfatiza a necessidade de uma fiscalização ativa por parte das forças de segurança, com ampliação de unidades especializadas, como as Patrulhas e Rondas Maria da Penha, compostas por Polícias Militares e Guardas Municipais. O acompanhamento periódico constrói um vínculo com a vítima, essencial para identificar qualquer sinal de escalada da violência.

A pesquisa também aponta a importância de aliar o monitoramento humano à tecnologia, através do uso de tornozeleiras eletrônicas para agressores e botões do pânico para as vítimas. Entretanto, ressalta que a ferramenta tecnológica não deve substituir a presença institucional qualificada, visto que a confiança gerada pelo acompanhamento humano não pode ser replicada por aparelhos.

O Brasil registrou um recorde histórico em 2025, com 1.568 feminicídios, uma média de quatro mulheres mortas por dia por sua condição de gênero.

TAGGED:AcreFBSPFeminicídioFórum Brasileiro de Segurança PúblicaGuardas MunicipaisMedida Protetiva de UrgênciaMPUPolícia MilitarSão PauloViolência contra a mulher
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Parárraiá 2026 Inicia com Multidão no Mangueirão
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?