Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: PGR defende norma do CFM que proíbe assistolia fetal
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

PGR defende norma do CFM que proíbe assistolia fetal

Amanda Rocha
Última atualização: 5 de março de 2026 16:04
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
PGR defende norma do CFM que proíbe assistolia fetal
Compartilhar

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou nesta quinta-feira (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer favorável à restauração da vigência da resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que proíbe a realização da chamada assistolia fetal para interrupção de gravidez.

O procedimento é utilizado em casos de abortos previstos em lei, como em situações de estupro, anencefalia e para salvar a vida da gestante. Em 2024, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu liminarmente a resolução após analisar uma ação do PSOL contra a norma.

Na ocasião, o ministro entendeu que houve abuso do poder regulamentar do CFM ao fixar uma regra não prevista em lei para impedir a realização do procedimento pelos médicos. Para o CFM, o ato médico da assistolia provoca a morte do feto antes do procedimento de interrupção da gravidez, o que justifica a proibição.

No parecer, o procurador afirmou que cabe ao CFM resolver dilemas éticos do exercício da medicina e que “não há arbitrariedade” na proibição.

- Publicidade -
Ad imageAd image

““Ainda que se quisesse ver uma pretensão exigível ao aborto no caso do estupro, isso não tolheria o dever-direito do conselho de recusar o uso de técnica que, ao seu juízo técnico, é cruel para com o ainda não nascido que já se desenvolveu por mais de cinco meses no ventre materno”,”

disse Gonet.

Com o parecer da PGR, o STF poderá analisar o caso de forma definitiva. Não há prazo para o julgamento.

TAGGED:aborto legalAlexandre de Moraesassistolia fetalConselho Federal de MedicinaJustiçaPaulo GonetPGRPSOLSTF
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior MPF liga iranianos a tráfico internacional de cocaína
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?