Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Indústria em Aparecida insere reeducandos no mercado de trabalho
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Direitos Humanos

Indústria em Aparecida insere reeducandos no mercado de trabalho

Amanda Rocha
Última atualização: 26 de maio de 2025 16:49
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Indústria em Aparecida insere reeducandos no mercado de trabalho
Compartilhar

O prefeito Leandro Vilela visitou nesta segunda-feira (26) a fábrica da indústria Sallo Jeans, localizada dentro do Complexo Prisional Policial Penal Daniella Cruvinel, em Aparecida. No local, trabalham 213 reeducandos, entre homens e mulheres, que produzem diariamente 10 mil peças de roupa.

O programa de reinserção social, chamado Heliponto, existe há 8 anos e já atendeu cerca de 1 mil reeducandos. Além de roupas, os reeducandos também produzem brinquedos pedagógicos de madeira, móveis e blocos de concreto usados para calçamento. Um grupo de reeducandos, supervisionados por nutricionistas, prepara as refeições servidas na fábrica.

““Esse projeto é muito nobre, de extrema importância, porque abre portas para aqueles reeducandos que querem trabalhar, reescrever suas histórias e aprender um ofício para ter um lugar no mercado de trabalho aqui e lá fora, quando ganharem liberdade”, disse o prefeito Vilela.”

O prefeito estava acompanhado dos secretários Coronel Marco Aurélio Godinho (Segurança Pública) e Wagner Siqueira (Desenvolvimento Urbano), além de Josimar Pires, diretor-geral de Administração Penitenciária. O proprietário da empresa, Marcos Sallo, destacou que muitos ex-reeducandos se destacam no programa Heliponto e são efetivados na fábrica principal. Atualmente, a empresa conta com 30 profissionais que saíram do Complexo Prisional direto para a sede da empresa.

- Publicidade -
Ad imageAd image

““Hoje, não encontramos mão de obra no mercado para fazer o trabalho que eles fazem”, defendeu o empresário.”

O reeducando O.S.F, de 50 anos, faz planos para seguir na confecção quando ganhar liberdade. Ele é um dos que trabalham na fábrica no Complexo Prisional.

““Esse projeto é muito importante para nós, para a nossa autoestima, nossa família. E saindo daqui, a gente sabe que tem uma porta, uma oportunidade esperando a gente lá fora.””

Além de salário fixo e ganhos por produtividade, os reeducandos têm 1 dia da pena total abatido a cada 3 dias de trabalho.

TAGGED:AparecidaComplexo Prisional Policial Penal Daniella CruvinelCoronel Marco Aurélio GodinhoDireitos HumanosJosimar PiresMarcos SalloO.S.FSallo JeansWagner Siqueira
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior EUA classificam PCC e CV como grupos terroristas
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?