No dia 5 de março de 2026, o Irã bombardeou o Azerbaijão, um grande exportador de petróleo e gás, pela primeira vez. O ataque ocorreu após seis dias de guerra, que já resultaram em mais de 1,2 mil mortos no Irã.
O presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, classificou o ataque com drones como ‘feio’, ‘covarde’ e ‘vergonhoso’. Um dos drones atingiu o aeroporto internacional de Naquichevão, localizado a 10 km da fronteira com o Irã, enquanto outro explodiu próximo a uma escola.
Aliyev ordenou que as Forças Armadas ficassem em estado de alerta máximo para combate. O Azerbaijão, sendo um grande exportador de petróleo e gás, pode ver os preços de energia aumentarem ainda mais devido a um possível envolvimento na guerra.
O governo iraniano negou o ataque ao Azerbaijão e também a alegação de que um míssil foi lançado em direção à Turquia no dia 4 de março. Teerã reafirmou que seus alvos são bases americanas nos países vizinhos.
No mesmo dia, mísseis iranianos atingiram uma refinaria no Bahrein, mas o governo do reino informou que os incêndios foram controlados e a refinaria de Sitra continua operando normalmente.
Os Emirados Árabes interceptaram seis mísseis iranianos, mas um deles caiu dentro do país, ferindo seis pessoas com destroços de um drone interceptado em Abu Dhabi. Explosões também foram relatadas no Catar e no Kuwait.
O Irã declarou ter atacado um navio americano no Golfo Pérsico, mas os Estados Unidos não confirmaram a informação. A insegurança na região levou a Organização Mundial da Saúde a suspender operações em seu centro global de logística de emergência em Dubai.
Além disso, o Irã continuou os ataques contra Israel, com sirenes soando em Jerusalém e Tel Aviv. Israel e Estados Unidos realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã, resultando em várias explosões em Teerã, incluindo uma que atingiu o estádio Azadi.
O Pentágono divulgou imagens de bombardeios a hangares e lançadores de mísseis da Guarda Revolucionária. Israel também divulgou imagens de um caça F-35 abatendo um jato iraniano sobre Teerã e continuou os bombardeios contra o Hezbollah no Líbano, resultando em mais de 100 mortes no país.
Uma ordem de retirada enviada por Israel pode forçar até 700 mil pessoas a deixarem suas casas nos subúrbios ao sul de Beirute, área considerada um reduto do Hezbollah. A agência da ONU para refugiados alertou sobre os deslocamentos significativos causados pela guerra e pediu passagem segura para civis em busca de proteção.

