Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Justiça mantém condenação por homofobia de supermercado em Minas Gerais
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Justiça mantém condenação por homofobia de supermercado em Minas Gerais

Amanda Rocha
Última atualização: 6 de março de 2026 12:50
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MG) manteve a condenação por homofobia contra um supermercado de Divinópolis, Minas Gerais, em um processo movido por um ex-funcionário. O trabalhador teve a palavra “gay” registrada como observação na ficha funcional quando foi contratado, em 2014.

No processo, foram denunciados descontos indevidos no salário e situações de constrangimento, como a obrigação de participar de orações entre os colaboradores. A decisão foi proferida na última terça-feira (3) e divulgada na quinta-feira (5).

O supermercado alegou contradições e omissões na decisão anterior, afirmando que os documentos do processo indicavam descontos menores do que os reconhecidos pela Justiça. A empresa também argumentou que o crescimento profissional do empregado afastaria a tese de discriminação.

A 2ª Turma do TRT-MG rejeitou os embargos de declaração apresentados pelo supermercado, mantendo os fundamentos e o resultado da decisão anterior que reconheceu discriminação por orientação sexual e outras irregularidades. Foi fixada uma indenização por danos morais no valor de R$ 15 mil ao ex-funcionário.

- Publicidade -
Ad imageAd image

Os desembargadores destacaram que há provas de que o trabalhador sofreu constrangimento relacionado à sua orientação sexual. Mesmo tendo recebido promoções, isso não exclui os atos ilícitos que violaram seu “direito da personalidade”.

Sobre a imposição de participação em orações, os magistrados afirmaram que isso viola a liberdade de crença prevista na Constituição. O TRT também manteve o entendimento de que houve descontos indevidos no salário do trabalhador.

Quando contratado, o setor de recursos humanos registrou “gay” em vermelho e grifado na ficha funcional do trabalhador. Anos depois, ao ser promovido a subgerente, ele teve acesso ao documento e viu a anotação, o que motivou o processo por homofobia.

Testemunhas relataram que o funcionário era alvo de piadas e comentários depreciativos relacionados à sua orientação sexual, caracterizando assédio moral. O tribunal reconheceu a prática como discriminatória e ofensiva à dignidade do trabalhador.

Além disso, a empresa realizava orações entre os funcionários, e os líderes eram orientados a conduzir esses momentos. Embora não houvesse punição formal para quem se ausentasse, a falta de participação gerava constrangimento. O relator do processo, desembargador Lucas Vanucci Lins, destacou que a obrigatoriedade de participação em orações viola a liberdade religiosa do empregado.

A decisão do tribunal cita convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a prevenção da violência e do assédio no ambiente de trabalho. O dano moral é considerado presumido, decorrente das situações de discriminação e constrangimento vividas pelo trabalhador.

Em nota, a Casa Rena S.A. manifestou repúdio a qualquer forma de discriminação e afirmou que o caso é isolado e controverso, ainda admitindo recurso aos Tribunais Superiores. A empresa respeita a decisão do TRT-MG, mas não concorda com o entendimento adotado.

TAGGED:assédio moralCasa Rena S.A.Direitos HumanosDivinópolishomofobiaJustiçaLucas Vanucci LinsMinas Gerais
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Palmeiras vence Flamengo por 3 a 0 no Maracanã com expulsão decisiva
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?