Na véspera do Dia Internacional da Mulher, o Rio de Janeiro registrou manifestações pedindo mais proteção e segurança para evitar a violência e os casos de feminicídio.
A quadra esportiva da Rocinha se transformou em um espaço de acolhimento e mobilização social. O projeto “Defensoria por Elas” ofereceu serviços como orientação jurídica para atendimentos de pensão alimentícia, divórcio, agendamento para realização de DNA em investigações de paternidade, além de atendimento especializado para mulheres em situação de violência doméstica e familiar.
No dia 08 de março, Copacabana receberá uma série de atos para protestar contra o feminicídio e a violência contra a mulher. As pautas são urgentes e requerem o envolvimento de toda a sociedade.
Segundo o Fórum de Segurança Pública, no ano passado, foram mais de 1,5 mil feminicídios registrados no país, com mais de 13% das vítimas possuindo medidas protetivas. No estado do Rio, foram 104 mulheres assassinadas.
A subcoordenadora do Centro de Apoio das Promotorias de Violência Doméstica do Ministério Público do Estado afirmou que o Rio de Janeiro ainda apresenta desafios. Muitas vezes, as mulheres chegam a pedir ajuda, mas não dá tempo.


