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Meio Ambiente

Fiscalização ambiental embarga 115 hectares e multa irregularidades no sul do Amazonas

Amanda Rocha
Última atualização: 7 de março de 2026 20:23
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
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O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) embargou 115 hectares e aplicou R$ 585,5 mil em multas durante a primeira etapa da Operação Tamoiotatá 6, realizada na sexta-feira (6) em Humaitá, no sul do Amazonas, a 590 quilômetros de Manaus.

As autuações ocorreram após a fiscalização identificar desmatamento, descumprimento de embargo ambiental e atividade agropecuária sem licença em áreas às margens da BR-230, no quilômetro 76. Esta foi a terceira ação da operação divulgada no município em março, evidenciando a intensificação das fiscalizações ambientais na região, considerada prioritária no combate a crimes ambientais.

A ação foi realizada a partir de vistorias em campo em áreas previamente identificadas por monitoramento ambiental. As equipes percorreram cerca de 152 quilômetros ao longo da BR-230 para verificar possíveis irregularidades.

De acordo com o diretor-presidente do Ipaam, Gustavo Picanço, a operação faz parte da estratégia do governo estadual para ampliar o controle ambiental em regiões com maior pressão sobre a floresta.

““A operação é planejada de forma contínua e estratégica, com base em dados de monitoramento ambiental. Nosso trabalho é identificar rapidamente as irregularidades e adotar as medidas administrativas necessárias para interromper atividades ilegais e garantir a proteção da floresta”,”

destacou.

Durante a fiscalização, os técnicos identificaram desmatamento em uma área de 15 hectares, além de descumprimento de embargo ambiental e atividade agropecuária sem licença em uma área de 100 hectares. O responsável pela área já havia sido identificado em fiscalizações anteriores.

Como resultado das irregularidades, foram emitidos dois termos de embargo, totalizando 115 hectares de área interditada — o equivalente a cerca de 161 campos de futebol. Nessas áreas, fica proibida qualquer atividade até a regularização ambiental. Os responsáveis autuados têm 20 dias, a partir da notificação, para apresentar defesa administrativa ou realizar o pagamento das multas.

Os valores arrecadados são destinados ao Fundo Estadual de Meio Ambiente (Fema), administrado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), e usados em ações de proteção e conservação ambiental no Amazonas. Casos de descumprimento de embargo podem ser comunicados ao Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM) e ao Ministério Público Federal (MPF) para adoção de medidas legais.

A Operação Tamoiotatá 6 é uma ação integrada do Governo do Amazonas, envolvendo o Ipaam, a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), a Polícia Militar do Amazonas (PMAM), a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) e o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM). A operação conta com apoio do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), vinculado ao Ministério da Defesa.

As ações incluem fiscalização terrestre, vistorias em áreas com alertas de desmatamento, aplicação de autos de infração e embargos, além de outras medidas previstas na legislação ambiental. O trabalho prioriza a proteção de unidades de conservação estaduais e áreas estratégicas para preservação da floresta. A operação está estruturada em 15 etapas, com duração média de 20 dias cada, e deve seguir até dezembro de 2026, período considerado crítico para ocorrências de desmatamento e queimadas no Amazonas.

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