Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: MP investiga corrupção em compra de mansão de R$ 4 milhões no Ceará
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

MP investiga corrupção em compra de mansão de R$ 4 milhões no Ceará

Amanda Rocha
Última atualização: 8 de março de 2026 21:12
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

Uma mansão em um condomínio de luxo à beira-mar, localizado em Fortim, Ceará, é alvo de uma investigação do Ministério Público que envolve suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos. O imóvel, avaliado em cerca de R$ 4 milhões, é considerado um dos principais indícios de um suposto esquema que beneficiou o prefeito de Ananindeua (PA), Daniel Santos (PSB).

De acordo com os investigadores, o pagamento da mansão foi realizado por empresas e pessoas ligadas ao município do Pará, em uma espécie de “vaquinha da corrupção”. O condomínio abriga imóveis de alto padrão e a casa investigada, que funcionava como “casa modelo” no lançamento do empreendimento, é a número 4, próxima à portaria.

O contrato de compra e venda foi feito em nome da empresa Agropecuária JD, pertencente ao prefeito. O Ministério Público aponta que a aquisição da casa faz parte de um esquema maior de corrupção, onde dinheiro público destinado à educação, saúde e infraestrutura em Ananindeua foi desviado para pagar bens pessoais do prefeito.

As investigações revelaram um padrão nas movimentações financeiras: empresas recebiam pagamentos da prefeitura e, em seguida, transferiam valores para quitar parcelas do imóvel. Um exemplo é a empresa Neo BRS, fornecedora de materiais escolares, que emitiu notas fiscais totalizando R$ 1.488.137. Após o pagamento pela prefeitura, a empresa transferiu R$ 866 mil para a compra da casa no Ceará.

- Publicidade -
Ad imageAd image

Outro caso citado envolve a Ferreira Comercial, que vende produtos de limpeza. Em outubro de 2024, a empresa emitiu uma nota fiscal de R$ 521 mil, e horas após o pagamento pela prefeitura, transferiu R$ 250 mil para a mansão. O Ministério Público também investiga a participação de pessoas ligadas à administração municipal, como o vereador Alexandre Gomes, que fez depósitos para a casa logo após assumir a Secretaria de Habitação.

O procurador-geral de Justiça do Pará, Alexandre Tourinho, afirmou que a investigação busca entender a evolução patrimonial do prefeito, considerada incompatível com sua renda declarada. Entre os pagamentos investigados estão despesas pessoais do gestor, como combustível e parcelas de uma aeronave particular avaliada em R$ 10,9 milhões.

Durante as buscas, foram encontrados R$ 4,1 milhões em relógios de luxo em um apartamento ligado ao prefeito em Fortaleza, além do contrato de compra da casa em Fortim. O Ministério Público pediu o bloqueio de mais de R$ 130 milhões em bens do prefeito, que declarou um patrimônio de R$ 4,8 milhões em 2024.

A investigação, que inicialmente tramitava na Justiça do Pará, foi levada ao Supremo Tribunal Federal após a defesa do prefeito tentar incluir sua esposa, a deputada federal Alessandra Haber (MDB), no processo. Promotores afirmam que ela não é investigada. Após operações policiais, o prefeito tentou transferir a casa para o nome da esposa, mas a escritura não foi concluída devido à necessidade de comprovar a origem do dinheiro usado na compra. A defesa de Daniel Santos pediu ao STF a anulação das investigações, e o ministro Alexandre de Moraes suspendeu temporariamente o processo.

TAGGED:Agropecuária JDAlessandra HaberAlexandre GomesAlexandre TourinhoAnanindeuaCearáCorrupçãoDaniel SantosFerreira ComercialFortimJustiçaLavagem de DinheiroNeo BRS
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Letícia Persiles relembra personagem e foca em música
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?