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Comportamento

Conteúdos violentos contra mulheres se espalham nas redes sociais

Amanda Rocha
Última atualização: 9 de março de 2026 15:23
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
Conteúdos violentos contra mulheres se espalham nas redes sociais
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Um conteúdo viral nas redes sociais mostra homens simulando socos, chutes e facadas em mulheres caso levem um fora. Essa tendência começou a se popularizar no momento em que cresce o debate sobre o aumento da violência contra mulheres no Brasil.

Nas redes sociais, esse tipo de conteúdo gerou reações. A deputada federal Duda Salabert (PDT-MG) publicou um vídeo para chamar atenção para o assunto e denunciou o caso ao Ministério Público. Ela afirmou:

“”Como as redes não são regulamentadas no Brasil, eles chamam isso de liberdade. Ou vão chamar de brincadeira. Um absurdo, por isso eu acionei o Ministério Público para investigar esses perfis e outros que estão cometendo esse crime de incitar o ódio contra as mulheres.””

Duda Salabert também destacou a urgência de regulamentar as redes sociais e defendeu a aprovação de um projeto de lei que tipifica como crime a misoginia coordenada e coletiva praticada nas redes sociais.

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A advogada criminalista Pamela Villar comentou que esse tipo de publicação pode ser considerado crime. Ela disse:

“”Se uma pessoa, em razão do conteúdo da trend, agredir uma mulher por ela se recusar a se relacionar com ele, ambos responderão criminalmente por lesão corporal.””

Ela acrescentou que, se mais de uma pessoa seguir esse mesmo roteiro, a pessoa que fez o vídeo pode ser responsabilizada criminalmente em cada um desses delitos.

A palavra misoginia significa ódio contra mulheres e conteúdos misóginos vêm ganhando força em grupos da chamada machosfera, que promovem o discurso de ódio contra as mulheres. Esse grupo inclui os red pills, que defendem que homens estão sendo manipulados ou oprimidos por mulheres, e os incels, que culpam mulheres pela sua falta de relacionamentos.

Setores da sociedade defendem que a misoginia se torne crime. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, em outubro do ano passado, um projeto que prevê pena de 2 a 5 anos de prisão. No entanto, responsabilizar as redes sociais ainda é difícil. Atualmente, sem uma decisão judicial, o único tipo de vídeo que deve ser retirado imediatamente é aquele relacionado a crimes sexuais, assim que a vítima notificar a plataforma.

A advogada Pamela Villar afirmou que a chance de responsabilização é remota:

“”Do ponto de vista criminal existe, ainda que seja uma possibilidade muito remota de responsabilização pelos responsáveis legais da empresa, por uma prática de um crime omissivo: você deixar de agir quando você possui ferramentas e o dever de o fazer.””

De acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Brasil registra atualmente quatro feminicídios por dia, totalizando 1.547 em 2025. Desde 2015, esse número vem aumentando. Somente em janeiro deste ano, 131 mulheres sofreram feminicídio, quase 5% a mais que no mesmo mês do ano passado. O primeiro mês do ano ainda registrou 5.200 estupros, cerca de 168 por dia.

Casos de violência contra mulheres podem e devem ser denunciados pelo Ligue 180.

TAGGED:Dia Internacional da Mulherdireitos das mulheresDireitos Humanosdiscurso de ódioDuda SalabertMinas GeraismisoginiaPamela Villar
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