A Samarco implementou um novo modelo de mineração após o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em 2015. Desde a retomada das operações em 2020, a mineradora opera de forma mais segura e sustentável, sem o uso de barragens para a disposição dos rejeitos.
Os rejeitos, compostos por areia, minério de ferro e água, agora têm duas destinações. Aproximadamente 80% do material arenoso é filtrado e empilhado a seco (dry stacking), enquanto os outros 20% são depositados na cava Alegria Sul. A água resultante do processo de filtragem é tratada e reutilizada, reduzindo a necessidade de novas captações externas.
A Samarco também investe em pesquisa e desenvolvimento de soluções para o rejeito, buscando utilizá-lo como matéria-prima em outros processos. Entre 2020 e 2025, cerca de 22 milhões de toneladas de rejeito arenoso foram utilizadas nas obras de descaracterização das barragens do Germano, representando 61% do total gerado no período.
Informações sobre a política e o manual de gestão e governança das estruturas geotécnicas estão disponíveis no site da Samarco.


