O ministro Alexandre de Moraes, do STF, cobrou o Ministério da Justiça sobre a extradição de Carlos Rocha, presidente do IVL, condenado em uma das ações penais da trama golpista.
Rocha recebeu uma pena de sete anos e seis meses de prisão por fazer parte do núcleo que espalhou desinformação sobre as urnas eletrônicas. Sua prisão preventiva foi decretada em dezembro, mas ele não foi encontrado pela Polícia Federal e passou a ser considerado fugitivo.
Investigadores descobriram que Rocha deixou o Brasil e reuniram informações que indicam que ele estaria no Reino Unido. Moraes determinou o início do processo de extradição e enviou os documentos necessários ao Ministério da Justiça.
O governo britânico chegou a solicitar informações ao governo brasileiro sobre as condições de detenção de Rocha no Brasil para dar andamento ao processo. Agora, Moraes afirmou que a Justiça já recebeu “todos os documentos necessários” e determinou que a pasta seja oficiada “para ciência e adoção das providências cabíveis”.


