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Justiça

Professora é condenada a quase 10 anos de prisão por injúria racial em SP

Amanda Rocha
Última atualização: 12 de março de 2026 18:16
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou uma professora da rede estadual a 9 anos e 10 meses de prisão, em regime fechado, por injúria racial. O caso ocorreu em março de 2023, em Piraju (SP), e a decisão foi divulgada nesta quarta-feira (11).

A condenação se deu após a professora perguntar a um aluno se “ele não tinha vergonha de ser preto”. Além da pena de prisão, a mulher perdeu o cargo público e terá que pagar uma indenização de 20 salários mínimos à vítima, que era estudante do terceiro ano do ensino médio.

A mãe do estudante relatou a situação à direção da escola na época do incidente. A professora admitiu ter feito a pergunta, mas alegou que não tinha a intenção de ofender o adolescente.

Na sentença, o juiz Tadeu Trancoso de Souza destacou que “as injúrias raciais e o racismo devem ser prontamente combatidos a fim de se obter uma sociedade justa e igualitária, respeitando-se todos os indivíduos em condição de igualdade”.

O magistrado também apontou que a professora se aproveitou de sua posição para injuriar o estudante, uma vez que o crime ocorreu dentro da sala de aula, na presença de outros alunos.

TAGGED:Direitos Humanosinjúria racialJustiçaPirajuSão PauloTadeu Trancoso de SouzaTribunal de Justiça de São Paulo
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