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Política

Aumento do petróleo pode impactar eleições de Trump em novembro nos EUA

Amanda Rocha
Última atualização: 14 de março de 2026 05:01
Amanda Rocha
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Tempo: 5 min.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfrenta desafios políticos devido à alta dos preços do petróleo, que dispararam após a ofensiva americana contra o Irã. Desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, o barril chegou a US$ 120, o maior valor desde 2022, e atualmente permanece acima de US$ 100.

Trump está buscando maneiras de conter a alta da commodity, ciente do impacto que isso pode ter no bolso dos eleitores americanos e nas eleições legislativas de meio de mandato, programadas para novembro. O aumento do preço do petróleo geralmente resulta em gasolina e diesel mais caros, o que pode intensificar a insatisfação do eleitorado.

Uma pesquisa Ipsos/Reuters divulgada em 9 de março revela que 67% dos americanos acreditam que os preços da gasolina subirão no próximo ano devido à guerra. Além disso, seis em cada dez entrevistados acreditam que as ações militares dos EUA contra o Irã se prolongarão.

“”O humor do eleitor — que já vinha se deteriorando em relação a Trump — tende a piorar”, afirma Denilde Holzhacker, professora de relações internacionais da ESPM.”

O Estreito de Ormuz, que é a principal rota global do petróleo, registrou uma queda significativa no tráfego de navios após o Irã anunciar o bloqueio da área e ataques a petroleiros. Em novembro, os americanos escolherão governadores, 435 cadeiras da Câmara e 35 do Senado, enquanto os republicanos atualmente controlam ambas as Casas do Congresso.

Thiago de Aragão, CEO da Arko Internacional, observa que a alta do petróleo ocorre em um momento desfavorável para Trump, que tentava sustentar a narrativa de uma economia forte e energia barata. Dados da associação automobilística AAA mostram que o preço da gasolina subiu mais de 20% desde o início da guerra, atingindo o nível mais alto de seus dois mandatos.

Economistas em Washington estimam que um aumento de 10% no preço do petróleo pode reduzir o crescimento do PIB em cerca de 0,2 ponto percentual. Além disso, uma alta de US$ 10 no barril pode adicionar cerca de 0,1 ponto à inflação, funcionando como um imposto sobre as famílias.

“”Isso gera um impacto muito grande nos eleitores de média e baixa renda, especialmente nos independentes”, explica Aragão.”

A pressão sobre os preços pode ser prejudicial para Trump, especialmente após a queda de popularidade do ex-presidente Joe Biden devido a questões semelhantes. A avaliação de especialistas é que o governo americano subestimou a resistência do exército iraniano e a capacidade de resposta ao conflito.

Trump afirmou que a guerra com o Irã estava “praticamente concluída” e que os EUA poderiam controlar o Estreito de Ormuz, mas a resposta do Irã com novos ataques a navios reacendeu os temores. Preocupado com os preços, Trump decidiu afrouxar temporariamente as sanções ao petróleo russo e afirmou que até 200 milhões de barris da Venezuela seriam destinados aos EUA para refino.

A Agência Internacional de Energia (AIE) concordou em liberar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas de emergência, a maior liberação da história da agência. No entanto, a eficácia dessa medida depende da duração das restrições à navegação no Estreito de Ormuz.

“”Estoques estratégicos, por si só, serão insuficientes para evitar novas altas de preços se a navegação no Estreito permanecer intensamente restrita”, afirma David Fyfe, economista-chefe da Argus.”

Os republicanos têm uma vantagem estreita na Câmara e no Senado, e a guerra pode tornar a disputa de novembro mais acirrada. Carolina Moehlecke, da FGV, destaca que a quebra de promessas de Trump pode prejudicá-lo, pois ele havia afirmado que evitaria conflitos externos.

O cenário atual é mais favorável aos democratas, e uma eventual perda de maioria no Congresso pode dificultar a aprovação de projetos por Trump e iniciar processos de impeachment. A situação no Oriente Médio pode mudar até novembro, influenciando o ciclo político que levará à disputa presidencial de 2028.

TAGGED:Agência Internacional de EnergiaArko Internacionalassociação automobilística AAACarolina MoehleckeDavid FyfeDenilde HolzhackerDonald TrumpEleiçõesEstados UnidosEstreito de OrmuzPetróleoPolíticaThiago de Aragão
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