Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: STF retoma julgamento sobre desvio de emendas por deputados do PL
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

STF retoma julgamento sobre desvio de emendas por deputados do PL

Amanda Rocha
Última atualização: 17 de março de 2026 04:00
Amanda Rocha
Compartilhar
Tempo: 4 min.
Compartilhar

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) retoma nesta terça-feira (17) o julgamento da primeira ação penal envolvendo deputados federais e desvio de emendas parlamentares.

O caso é relatado pelo ministro Cristiano Zanin e investiga a atuação de uma suposta organização criminosa liderada pelos deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE). Eles são acusados de cobrar propina de 25% sobre os recursos públicos liberados.

O desvio em questão envolve emendas destinadas a projetos de saúde pública para o município de São José de Ribamar, no Maranhão. Os deputados teriam exigido cerca de R$ 1,6 milhão em propina do então prefeito da cidade, que denunciou o esquema.

Ao todo, são oito réus no caso. Além dos três parlamentares, também respondem ao processo Thalles Andrade Costa, João Batista Magalhães, Adones Gomes Martins, Abraão Nunes Martins Neto e Antônio José Silva Rocha.

- Publicidade -
Ad imageAd image

O julgamento começou na semana passada, no dia 10, com a leitura do relatório pelo ministro Cristiano Zanin e as sustentações orais da acusação e das defesas. A PGR (Procuradoria-Geral da República) defendeu a condenação de todos os envolvidos.

O subprocurador-geral da República, Paulo Jacobina, afirmou que os deputados formavam o núcleo central do grupo e utilizavam suas prerrogativas parlamentares para desviar recursos federais. Ele destacou que foram colhidas diversas provas que mostram a prática de crimes relacionados à cobrança de valores para liberação de emendas em diferentes municípios.

As defesas negam todas as acusações. A sessão desta terça-feira (17) será retomada com o voto do relator, Cristiano Zanin. Em seguida, os demais ministros da Turma devem apresentar seus votos, incluindo os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e o presidente do colegiado, Flávio Dino.

A decisão será tomada por maioria de votos e, em caso de condenação, os ministros também definirão a pena a ser aplicada. Após o julgamento, a decisão precisa ser formalizada e publicada no acórdão.

A defesa ainda pode apresentar embargos de declaração, que servem apenas para esclarecer eventuais pontos da decisão, sem rediscutir o mérito do caso. Após a análise desses recursos, ocorre o trânsito em julgado no Supremo, tornando a decisão definitiva.

De acordo com a denúncia da PGR, para destinarem R$ 6,67 milhões em recursos públicos por meio de emendas parlamentares em 2020, os deputados teriam solicitado ao então prefeito de São José de Ribamar (MA), José Eudes, o pagamento de R$ 1,6 milhão — equivalente a 25% do valor das emendas — como contrapartida.

As investigações começaram após uma notícia-crime apresentada pelo ex-prefeito, que negou participação em qualquer negociação envolvendo emendas parlamentares e relatou cobranças e intimidações feitas pelos integrantes do grupo investigado.

Segundo a PGR, a organização criminosa seria liderada por Josimar Maranhãozinho, responsável pelo controle e pela destinação das emendas parlamentares. Esse papel de liderança estaria evidenciado em diálogos entre os envolvidos e documentos obtidos ao longo da investigação, que indicariam a existência de um grupo voltado à comercialização de emendas.

TAGGED:Bosco CostaCristiano ZaninEmendasJosé EudesJosimar MaranhãozinhoMaranhãoPastor GilPaulo JacobinaPolíticaPrimeira Turma do STFProcuradoria-Geral da RepúblicaSão José de RibamarSupremo Tribunal Federal
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Ação da Apple Atinge Novo Recorde Histórico
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?