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Justiça

Moraes afirma que deputados do PL tratavam emendas como bens privados

Amanda Rocha
Última atualização: 17 de março de 2026 16:31
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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O ministro Alexandre de Moraes, do STF, afirmou nesta terça-feira (17) que os deputados do PL Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e Bosco Costa tratavam as emendas parlamentares como se fossem ‘bens de propriedade privada’. Os deputados estão sendo julgados na Primeira Turma do STF por suposto desvio de emendas e cobrança de propina para a liberação de recursos públicos.

Em seu voto, Moraes destacou: ‘Os diálogos extraídos e os documentos apreendidos também demonstraram que os réus tratavam a destinação dessas emendas como se fossem bens de propriedade privada. Agiam como se fossem seus, retirando valores e solicitando cobranças’.

O ministro é o segundo a se manifestar no julgamento. Antes dele, o relator da ação, ministro Cristiano Zanin, defendeu a condenação dos réus por corrupção passiva e afastou a acusação de organização criminosa por insuficiência de provas. Moraes seguiu esse entendimento.

De acordo com a denúncia, os três deputados e outros cinco aliados desviaram emendas destinadas a projetos de saúde pública para o município de São José de Ribamar, no Maranhão. Os deputados teriam exigido cerca de R$ 1,6 milhão em propina do então prefeito da cidade, José Eudes, que denunciou o esquema.

Ao todo, são oito réus no caso. Além dos três parlamentares, também respondem ao processo Thalles Andrade Costa, João Batista Magalhães, Adones Gomes Martins, Abraão Nunes Martins Neto e Antônio José Silva Rocha.

TAGGED:Abraão Nunes Martins NetoAdones Gomes MartinsAlexandre de MoraesAntônio José Silva RochaBosco CostaCorrupçãoCristiano ZaninEmendas ParlamentaresJoão Batista MagalhãesJosé EudesJosimar MaranhãozinhoJustiçaMaranhãoPastor GilPolíticaSão José de RibamarSTFThalles Andrade Costa
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