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Leitura: Operação Gollum II investiga lavagem de dinheiro em fraudes de home care
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Justiça

Operação Gollum II investiga lavagem de dinheiro em fraudes de home care

Amanda Rocha
Última atualização: 18 de março de 2026 11:58
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) deflagrou nesta quarta-feira, 18 de março de 2026, a operação Gollum II. A ação investiga lavagem de dinheiro vinculada a um esquema de fraudes e desvios de recursos destinados a tratamentos de home care.

Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em Passo Fundo, Canoas e Esteio, no Rio Grande do Sul, e em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. O MP informou que a operação resultou no bloqueio de aproximadamente R$ 12 milhões, valor relacionado às movimentações financeiras identificadas na fase anterior da investigação.

O promotor de Justiça Diego Pessi, responsável pela ação e coordenador do 7º Núcleo Regional do Gaeco – Planalto, afirmou que esta nova etapa decorre da análise das provas obtidas na Operação Gollum I. Esta operação anterior revelou um esquema de desvio de recursos públicos destinados ao atendimento domiciliar de saúde em Passo Fundo.

A investigação financeira e digital apontou indícios de ocultação patrimonial do produto dos crimes de estelionato contra o Estado. Nesta fase, 12 novos alvos, sendo nove pessoas físicas e três empresas, estão sendo investigados pelos crimes de organização criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro.

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Os mandados de busca e apreensão visam recolher documentos, registros contábeis, equipamentos eletrônicos e mídias que possam contribuir para a reconstrução do fluxo financeiro do esquema criminoso. A primeira fase da operação foi deflagrada em 4 de dezembro de 2024, em Passo Fundo, quando o MP-RS desarticulou um esquema de fraudes no serviço de home care que desviava recursos do Estado e do IPE Saúde.

Nessa ocasião, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e a investigação identificou quatro núcleos criminosos formados por familiares, prestadores de serviços, advogados e colaboradores. O trabalho resultou, em 13 de maio do ano passado, na denúncia de 23 envolvidos pelos crimes de organização criminosa, estelionato qualificado e falsidade ideológica, estabelecendo a base probatória para a segunda fase da investigação.

TAGGED:Balneário CamboriúDiego PessifraudesGAECOhome careJustiçaLavagem de DinheiroMinistério Público do Rio Grande do SulPasso FundoRio Grande do Sul
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