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Leitura: Polícia Civil descarta suicídio na morte da PM Gisele Alves Santana
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Segurança

Polícia Civil descarta suicídio na morte da PM Gisele Alves Santana

Amanda Rocha
Última atualização: 18 de março de 2026 13:49
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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A Polícia Civil de São Paulo afastou a hipótese de suicídio na investigação da morte da policial militar Gisele Alves Santana. Ela foi encontrada com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento onde morava com o tenente-coronel da PM, Geraldo Leite Neto.

O Inquérito Policial foi concluído em 17 de março, e o tenente-coronel foi indiciado por feminicídio e fraude processual. As investigações indicam que ele alterou o local da ocorrência. Na manhã de 18 de março, Geraldo Leite foi preso em sua residência em São José dos Campos (SP).

“A investigação constatou inconsistências significativas quanto à conduta de Geraldo, após o disparo da arma até a formalização da ocorrência, o que compromete a credibilidade da sua versão”, afirmou o Secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, durante coletiva de imprensa.

““As provas periciais médico-legais analisadas pela polícia técnico-científica indicam a inviabilidade da hipótese de suicídio. Além de apontar indícios de alteração do local do crime”, acrescentou.”

Laudos necroscópicos realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) no corpo de Gisele revelaram lesões contundentes na face e na região cervical. Essas lesões são compatíveis com pressão digital e escoriação causada por unha. O último laudo foi datado de 7 de março, um dia após a exumação do corpo da vítima. Já no laudo necroscópico do dia 19 de fevereiro, um dia após a morte da policial, foram registradas lesões na face e no pescoço na lateral direita.

TAGGED:direitos das mulheresDireitos HumanosFeminicídioGeraldo Leite NetoGisele Alves SantanaInstituto Médico LegalOsvaldo Nico GonçalvesPolícia Civil de São PauloSão José dos CamposSão Paulo
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