O projeto de lei que declara a utilidade pública do terreiro de umbanda Casa da Vó Toninha foi aprovado em primeira votação na manhã desta quarta-feira, 18 de março de 2026, pelos vereadores da Câmara Municipal de Curitiba.
A aprovação ocorreu após uma segunda tentativa de votação, já que na sessão ordinária de terça-feira, 17 de março, a votação foi suspensa devido à ausência de vereadores. A sessão foi encerrada cerca de uma hora e vinte minutos após o início, por falta de quórum.
O último registro de encerramento de uma sessão plenária por falta de quórum na Câmara de Curitiba ocorreu em 2017. Na Câmara, as sessões ordinárias acontecem das 9h às 12h, nas segundas, terças e quartas-feiras, e o quórum mínimo para deliberação de projetos de lei ordinária é de 20 vereadores.
Na sessão desta quarta-feira, apenas três vereadores estavam ausentes. Dos 35 presentes, 27 votaram a favor do projeto, 2 votaram contra e 5 se abstiveram.
Na sessão anterior, realizada na terça-feira, a abertura contou com a presença de 31 dos 38 vereadores. Após a aprovação de dois projetos de lei em segundo turno, que não passaram por discussão, teve início a discussão do projeto de lei sobre a declaração de utilidade pública da instituição religiosa.
Representantes da instituição acompanharam a discussão, que durou cerca de 24 minutos. Durante esse tempo, vereadores da oposição e da base destacaram a atuação religiosa e social do grupo. Contudo, antes da votação, foi solicitada uma verificação de quórum, e apenas 19 vereadores registraram presença.
Sem quórum, o presidente Tico Kuzma encerrou a sessão e convocou uma nova para quarta-feira. Os vereadores ausentes deverão justificar suas faltas, que serão votadas nas próximas sessões. O presidente também convocou uma reunião de líderes para discutir a participação dos vereadores nas votações.


