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Saúde

Desigualdades no SUS: desafios persistem na saúde brasileira

Amanda Rocha
Última atualização: 7 de abril de 2026 07:45
Amanda Rocha
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Tempo: 4 min.
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O Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta grandes desafios na redução das desigualdades em sua atuação. Em várias regiões do Brasil, a realidade do atendimento médico é alarmante, com muitos municípios dependendo da estrada para a capital para acesso a serviços de saúde.

A região Sudeste concentra o maior número de médicos, totalizando 334.105 profissionais, e a maior razão de médicos por mil habitantes, com 3,7. As regiões Centro-Oeste e Sul seguem com 3,4 e 3,3, respectivamente. Em contraste, o Nordeste conta com 2,2 e o Norte com apenas 1,7 médicos por mil habitantes. O Distrito Federal se destaca com 6,2 médicos por mil habitantes, enquanto o Maranhão apresenta a menor taxa, com 1,2.

A desigualdade na distribuição de médicos fora das capitais é ainda mais acentuada. A região Sudeste tem a maior razão de médicos por mil habitantes fora das capitais, com 2,6, enquanto o Norte apresenta apenas 0,75. O estado de São Paulo lidera com 2,7 médicos por mil habitantes no interior, enquanto estados da região Norte, como Amazonas e Roraima, têm as menores taxas, com 0,20 e 0,13, respectivamente.

Quase 60% dos médicos do país estão concentrados em 48 cidades com 500 mil habitantes ou mais, que abrigam 31% da população brasileira e 58% dos médicos em atividade. Em contrapartida, 4.895 cidades com até 50 mil habitantes têm apenas cerca de 8% desses profissionais, atendendo aproximadamente um terço da população do país.

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Em 2025, o estado de São Paulo registrou quase 24,3% do total de estabelecimentos de saúde cadastrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), superando a soma dos 16 estados do Norte e do Nordeste, que totalizam 23,2%. Felipe Proenço de Oliveira, secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, afirmou: “Temos buscado modificar esse cenário de má distribuição de profissionais e, principalmente, vincular as iniciativas de ampliar acesso, de garantir atendimento para a população.”

Oliveira destacou que estão sendo construídas 37 maternidades no país, visando corrigir os desequilíbrios regionais. No entanto, ele ressalta que não é suficiente apenas construir mais hospitais: “É preciso planejar e garantir uma formação de profissionais conforme a necessidade.”

A mortalidade neonatal também é uma preocupação. Em 2025, a taxa de óbitos de menores de 1 ano no Brasil foi de 12,2 por mil nascidos vivos, com cerca de 50% dos óbitos ocorrendo na primeira semana de vida, principalmente devido a afecções neonatais. Oliveira comentou: “Ainda é um desafio conseguir diminuir mais a mortalidade nesse período neonatal.”

Em 2025, havia 893 profissionais de enfermagem neonatal registrados no CNES, com 53% deles na região Sudeste. A oferta de especializações em enfermagem neonatal é limitada, com apenas 61 cursos registrados no sistema e-MEC, sendo 58 privados e apenas 3 públicos. Para enfrentar essa escassez, o Ministério da Saúde planeja qualificar 310 profissionais, priorizando regiões com menor número de especialistas.

Além disso, o Ministério da Saúde está investindo na formação de mais especialistas em atenção obstétrica, uma área que historicamente esteve concentrada em instituições privadas. Oliveira afirmou: “Essa é outra especialidade que estava muito concentrada em instituições privadas. Não havia uma oferta pública nem esse olhar para os desequilíbrios regionais.”

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O governo também está ampliando as vagas para residência médica, priorizando as regiões Norte e Nordeste, que têm as menores médias de médicos por mil habitantes. Oliveira concluiu: “O Brasil precisa de mais especialistas e especialistas mais bem distribuídos.”

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