No dia 18 de abril de 2026, a região de Risaralda, na Colômbia, enfrenta a persistência da mutilação genital feminina em algumas comunidades indígenas Embera.
A prática continua, apesar dos graves riscos à saúde, que incluem infecções, complicações no parto e até morte.
O Congresso colombiano está debatendo, pela primeira vez, um projeto de lei que visa proibir essa prática.
Esse movimento é liderado, em parte, por mulheres indígenas que clamam pela erradicação da mutilação genital feminina.


