O Magalu teve alta de 6,9% nas vendas em lojas físicas no 1º trimestre de 2026 na comparação com o mesmo período de 2025, com receita bruta de R$ 11,4 bilhões e vendas totais de R$ 15,2 bilhões, incluindo marketplace.
O lucro bruto do Magalu foi de R$ 2,8 bilhões, com margem de 30,8% sobre a receita líquida de R$ 9,2 bilhões, alta de 0,2 ponto percentual em relação ao 1º trimestre de 2025. O Ebitda foi de R$ 685,4 milhões, margem de 7,4%, e o Ebitda ajustado, que exclui itens não-recorrentes, foi de R$ 717,6 milhões, margem de 7,8%.
O lucro líquido foi negativo em R$ 55,2 milhões, e o lucro líquido ajustado, excluindo itens não-recorrentes, foi negativo em R$ 33,9 milhões. O relatório destaca o desempenho do MagaluPay, cuja base de cartões de crédito atingiu 5,6 milhões em março de 2026.
A Luizacred registrou lucro líquido de R$ 75 milhões no trimestre e redução da inadimplência, com queda de 0,2 ponto percentual no atraso de 15 a 30 dias e de 0,9 ponto percentual no atraso superior a 90 dias em março de 2026 em relação a março de 2025. O Magalu encerrou o período com posição de caixa total de R$ 6,2 bilhões.
O relatório afirma: “Provamos que é possível equilibrar o foco inegociável na proteção das nossas margens operacionais e no rigoroso controle de despesas com inovações transformacionais”.

