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Economia

Vendas do comércio paulista caem 7,5% em fevereiro e acumulam queda no bimestre

Gustavo Henrique Lima
Última atualização: 15 de maio de 2026 14:05
Gustavo Henrique Lima
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Tempo: 2 min.
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As vendas do comércio varejista paulista caíram 7,5% em fevereiro de 2026, segundo dados da FecomercioSP. O faturamento atingiu R$ 110,1 bilhões, valor R$ 8,9 bilhões inferior ao do mesmo mês de 2025.

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), elaborada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) em parceria com a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz/SP), apontou que fevereiro de 2026 teve um dos piores resultados da série histórica para o mês, com queda de 7,5% nas vendas em relação a fevereiro de 2025.

O faturamento real do comércio paulista em fevereiro foi de R$ 110,1 bilhões, R$ 8,9 bilhões inferior ao apurado no mesmo período do ano anterior. A FecomercioSP atribui a queda a fatores macroeconômicos, como juros altos que impactam as vendas de bens duráveis dependentes de crédito, e ao efeito calendário, já que o carnaval ocorreu em fevereiro de 2026, enquanto em 2025 foi em março, reduzindo os dias úteis do mês.

No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o comércio varejista paulista registrou retração de 5,4%, com faturamento R$ 13,1 bilhões menor que no mesmo período do ano anterior. Apesar disso, o varejo apresenta crescimento de 1,8% no acumulado dos últimos 12 meses, indicando que a desaceleração é recente e concentrada nos últimos meses.

Oito segmentos apresentaram queda no faturamento em fevereiro: eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamento (-23,2%); móveis e decoração (-13,9%); materiais de construção (-13,1%); outras atividades (-12,4%); autopeças e acessórios (-9,9%); concessionárias de veículos (-5,7%); supermercados (-3,5%); e vestuário, tecidos e calçados (-3,4%). Apenas farmácias e perfumarias mantiveram estabilidade. A FecomercioSP destaca que os segmentos dependentes de financiamento e sensíveis ao custo de crédito sofreram as maiores quedas, enquanto os ligados ao consumo básico mostraram resiliência, sugerindo uma recomposição do orçamento doméstico.

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