Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Bioeconomia movimenta R$ 13,5 bilhões por ano no Pará
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Bioeconomia movimenta R$ 13,5 bilhões por ano no Pará

Carla Fernandes
Última atualização: 22 de maio de 2026 10:59
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Um levantamento coordenado pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas mostra que a bioeconomia da sociobiodiversidade gera R$ 13,5 bilhões anuais no Pará, emprega mais de 271 mil pessoas e enfrenta desafios como informalidade e mudanças climáticas.

O estudo, realizado em parceria com universidades federais do Pará, utilizou metodologias da ONU e do IBGE para mapear o impacto econômico das cadeias produtivas ligadas à floresta e às comunidades amazônicas. Entre os principais segmentos estão a mandioca, com R$ 6,5 bilhões em produção anual, pesca e aquicultura (R$ 2,7 bilhões), cacau (R$ 1,7 bilhão) e açaí (R$ 1,5 bilhão).

O setor emprega mais de 271 mil pessoas e gera cerca de R$ 1,4 bilhão em massa salarial. Cada R$ 1 investido na bioeconomia gera R$ 1,13 no PIB estadual, chegando a R$ 1,40 na comercialização. O presidente da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas, Marcel Botelho, afirmou que o estudo representa uma mudança estratégica para o desenvolvimento amazônico.

O levantamento também revelou que a produção real de cumaru é maior que a oficial, com 267 toneladas e R$ 24,4 milhões movimentados, e que o produto ganha até 330% de valor após a industrialização, processo que ocorre em grande parte fora do Pará. A informalidade elevada e a distribuição desigual da renda são desafios apontados, assim como os impactos das secas e queimadas em municípios paraenses.

A diretora da fundação, Atyliana Dias, destacou que o setor já é relevante economicamente, mas precisa avançar na redistribuição de renda, fortalecimento social e proteção territorial para enfrentar a crise climática e consolidar um modelo sustentável de desenvolvimento.

TAGGED:Amazôniabioeconomiadesenvolvimento sustentáveleconomia-regionalinovaçãoParáprodução ruralsociobiodiversidade
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Rio proíbe publicidade de apostas em espaços públicos
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?