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Justiça

Polícia Científica amplia banco de DNA com coleta em presídios de Goiás

Carla Fernandes
Última atualização: 23 de maio de 2026 16:08
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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A Polícia Científica de Goiás realiza neste sábado (23) a Operação in Loco, coletando material genético de detentos em 15 presídios do estado. A ação deve ampliar o banco estadual de DNA com mais de 1,4 mil novos perfis.

A operação ocorre em unidades prisionais de diversas regiões de Goiás, com equipes das regionais de Aparecida de Goiânia, Formosa, Itumbiara, Caldas Novas, Rio Verde, Ceres, Uruaçu, Porangatu, Catalão, Iporá, Anápolis, Mineiros, Goianésia, Luziânia e Águas Lindas de Goiás. O objetivo é fortalecer a investigação criminal por meio do cruzamento de dados genéticos com vestígios coletados em cenas de crimes.

O Banco de DNA da Polícia Científica é usado para identificar autores de homicídios, estupros e outros crimes violentos. As coletas seguem protocolos legais e técnicos, garantindo a cadeia de custódia do material genético. Após a coleta, as amostras são analisadas no Laboratório de Biologia e DNA, onde o DNA é extraído, amplificado e inserido no banco de dados.

A genética forense tem ampliado a capacidade de resolver crimes antigos e sem autoria definida, além de identificar reincidência criminal e integrar investigações entre estados. A operação reforça o uso dessa ferramenta no combate à criminalidade em Goiás.

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TAGGED:banco-de-dnadireitogenética-forenseGoiásinvestigação criminalPolícia CientíficaSegurança Públicasistema prisional
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