Objetos cuidadosamente selecionados evocam memórias intensas de entes queridos que já partiram, trazendo conforto ao autor, que sente seu mundo habitado por lembranças constantes.
O autor relata que coleiras e guias enferrujadas de cães falecidos estão penduradas perto da porta do escritório, simbolizando a presença contínua dos animais.
As plaquinhas dos cães estão presas na geladeira e uma delas foi fixada em uma árvore no quintal, local onde o animal foi enterrado, reforçando a conexão afetiva.
Esses objetos funcionam como memorial e oferecem conforto, mesmo sem o autor refletir profundamente sobre o motivo.


