O ex-vereador do Rio de Janeiro destituiu seus advogados e solicitou o adiamento do julgamento pela morte de um menino de 4 anos, nesta segunda-feira (25), no 2º Tribunal do Júri da Capital. O pedido ocorreu após o advogado principal sofrer um infarto e não comparecer ao tribunal.
O réu afirmou que outros advogados não puderam assumir a defesa por falta de tempo para absorver o conteúdo necessário, especialmente porque o advogado com infarto detém conhecimento sobre três processos sob sigilo que envolvem testemunhas do caso.
Ele alegou que a ausência do defensor impede o exercício pleno do direito de defesa e que deseja a continuidade do julgamento, mas não pode prosseguir sem defesa adequada.
O promotor responsável relembrou o histórico de adiamentos do caso e afirmou que o Ministério Público está preparado para continuar o julgamento de outro réu, se necessário, embora considere mais adequado o julgamento conjunto.


