O secretário-geral do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan, Joseph Wu, afirmou nesta terça-feira (26) que a China realizou uma segunda patrulha militar ao redor da ilha em sete dias, incluindo o grupo do porta-aviões Liaoning no Pacífico Ocidental.
O Ministério da Defesa Nacional de Taiwan confirmou que 24 das 29 incursões de aeronaves e embarcações militares chinesas cruzaram a linha mediana e entraram na Zona de Identificação de Defesa Aérea (ADIZ) da ilha. As Forças Armadas de Taiwan monitoraram e responderam às operações.
Joseph Wu declarou que a China é a única fonte de instabilidade na região do Indo-Pacífico e que as ações ocorreram sem provocação. A China considera Taiwan parte de seu território, enquanto Taiwan se define como uma nação democrática, soberana e independente.
No último sábado (23), dados de inteligência taiwaneses indicaram que a China mobilizou mais de 100 embarcações ao redor da Primeira Cadeia de Ilhas, que inclui Taiwan, Filipinas e Japão.
Durante a visita do presidente dos Estados Unidos a Pequim, a venda de armas norte-americanas para Taiwan foi suspensa para garantir munição suficiente para operações no Irã, segundo Washington.


