Organizações sociais e sindicais pedem que o governo proíba contratos zero hora, apesar de críticas de líderes empresariais que afirmam que a medida prejudicaria a contratação e os jovens.
O Child Poverty Action Group (CPAG) e a organização sindical TUC estão entre oito signatários de uma carta enviada ao departamento de negócios e comércio. Eles pedem que o governo avance com a proibição dos contratos zero hora.
Os grupos rejeitam a alegação de que regras mais rígidas desestimulariam a contratação e excluiriam jovens do mercado de trabalho. Segundo eles, o governo deve “ignorar o barulho” das empresas que defendem a manutenção desses contratos.

