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Justiça

Advogado com nanismo é reprovado em teste físico para delegado

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de maio de 2026 01:27
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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Um advogado com nanismo de 25 anos foi reprovado novamente no Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso para delegado, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ele havia conseguido na Justiça o direito de refazer o exame após a reprovação inicial.

O candidato não atingiu a marca exigida no salto de 1,65 metro, etapa que gerou controvérsia por falta de adaptação adequada para pessoas com deficiência. A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu a ele o direito de refazer o teste com adaptações razoáveis, mas a banca organizadora não teria cumprido integralmente essa determinação.

O ministro Alexandre de Moraes afirmou que a banca descumpriu o entendimento do STF sobre adaptações em provas físicas para candidatos com deficiência. A Polícia Civil de Minas Gerais informou que o concurso segue as regras legais e que candidatos com deficiência podem participar desde que atendam aos critérios físicos exigidos.

O Instituto Nacional de Nanismo criticou a eliminação do candidato, afirmando que aplicar critérios físicos sem avaliação individualizada pode configurar discriminação. O advogado aguarda o resultado do recurso administrativo para decidir os próximos passos.

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TAGGED:adaptacao-de-provasConcurso Públicodelegadodireitos-das-pessoas-com-deficienciadiscriminaçãoJustiçananismoteste de aptidão física
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