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Justiça

Magno Malta contesta no CNJ condenação de casal por ensino domiciliar

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de maio de 2026 10:53
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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O senador Magno Malta (PL-ES) apresentou reclamação disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz Júnior da Luz Miranda, do Tribunal de Justiça de São Paulo, que condenou um casal a 50 dias de detenção por adotar o ensino domiciliar para as filhas adolescentes.

Na decisão, os pais foram condenados por abandono intelectual e receberam pena de 50 dias de detenção em regime semiaberto, convertida em prestação de serviços à comunidade. O juiz também determinou a matrícula obrigatória das filhas, de 11 e 15 anos, em escola convencional.

Na representação, Malta argumenta que o magistrado teria ultrapassado sua função jurisdicional e descumprido princípios de imparcialidade, discrição e prudência. O senador critica ainda o indeferimento do pedido para que a advogada do casal participasse da audiência de forma virtual, pois ela estava no final da gestação e morava longe da comarca.

Conforme a denúncia, o juiz também teria mantido contato privado com a advogada por mensagens em rede social e manifestado opiniões inadequadas durante o processo. O senador solicita que o CNJ apure a conduta do magistrado e o convoque para esclarecimentos.

TAGGED:CNJcondenaçãoeducacao-domiciliarensino-em-casaJalesjuizJustiçaMagno Malta
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