No escritório da startup de inteligência artificial Basis, em Manhattan, a maioria dos cerca de 100 funcionários passa o dia sussurrando em microfones de pescoço de ganso. Eles não estão em ligações telefônicas ou conversando com outros humanos, mas sim com agentes de IA e chatbots, em uma prática que se tornou comum entre empresas na vanguarda do setor.
Segundo funcionários da Basis e de outras startups de IA, a principal razão para o sussurro é a velocidade: digitar comandos para os agentes é mais lento do que falar com eles. O hábito já é observado em diversas empresas que trabalham no limite do que a tecnologia atual pode oferecer.
A prática reflete a busca por eficiência na comunicação homem-máquina, em um momento em que assistentes de IA se tornam cada vez mais integrados ao ambiente de trabalho.

