O uso do cigarro eletrônico, noites mal dormidas, estresse, alimentação rica em açúcar e uso excessivo de telas aceleram o envelhecimento da pele, segundo especialistas em dermatologia.
Pesquisas indicam que o vape aumenta o estresse oxidativo e processos inflamatórios que prejudicam a regeneração da pele e sua estrutura. A privação do sono e o estresse crônico comprometem a atividade dos fibroblastos, responsáveis pela sustentação cutânea, reduzindo a produção de colágeno.
O consumo excessivo de açúcar provoca glicação, que danifica fibras como colágeno e elastina, causando perda de elasticidade e aparência opaca. O uso prolongado de telas interfere no sono e intensifica o estresse, impactando indiretamente o envelhecimento.
A dermatologista Joana Petito Magnavita explica que a eficiência dos fibroblastos diminui com inflamação e desgaste constantes, acelerando o envelhecimento. Em resposta, cresce a busca pela estética regenerativa, que estimula o colágeno e melhora a qualidade da pele ao longo do tempo.
Bernardo Magalhães, diretor executivo da Harmonize Gold, afirma que pacientes priorizam tratamentos que preservam o colágeno e a firmeza da pele, em vez de resultados imediatos e volumizadores.


