O advogado-geral do Kennedy Center ordenou aos funcionários a remoção do nome de Donald Trump do prédio e de materiais promocionais até 12 de junho. A diretiva segue uma ordem judicial que impediu o centro de realizar uma reforma e considerou a inclusão do nome do ex-presidente uma violação da lei.
O memorando, obtido pela imprensa, instruiu que assinaturas de e-mail, papel timbrado e outros documentos fossem alterados imediatamente para refletir apenas o nome ‘The John F. Kennedy Center for the Performing Arts’ ou ‘Kennedy Center’. Mudanças em folhetos, sinalizações e páginas do site devem ser concluídas até sexta-feira, 12 de junho de 2026.
A decisão judicial foi proferida por um juiz federal que bloqueou o fechamento temporário do centro para reforma. O magistrado afirmou que o conselho violou a legislação ao adicionar o nome de Trump ao histórico centro de artes cênicas. O juiz distrital dos EUA, Casey Cooper, declarou que a lei estabelece o centro em homenagem ao Presidente Kennedy e que somente o Congresso pode alterar o nome.
Após a determinação, Donald Trump sinalizou que se afastaria do foco no centro de artes, sugerindo transferência de controle para o Congresso. Anteriormente, o Poder Executivo havia exercido supervisão sobre o conselho, enquanto o Congresso era responsável pelas dotações anuais da instituição.


