Empresas brasileiras definem estratégias para conciliar a rotina de trabalho com os jogos da Copa do Mundo de 2026. Como as partidas não são feriados nacionais, a legislação não obriga a liberação dos funcionários, deixando a decisão com cada empregador.
As alternativas adotadas pelas companhias incluem flexibilização de horários, banco de horas, compensação de jornada, home office e espaços internos para transmissão dos jogos. Especialistas alertam que a falta de regras claras pode gerar dúvidas sobre a jornada, afetar a produtividade e aumentar o risco de conflitos trabalhistas.
Janaína Cardia Teixeira, especialista em Direito do Trabalho, disse que a empresa tem autonomia para decidir se mantém o expediente normal, se haverá compensação de horas ou se liberará os funcionários. Ela afirmou que a organização interna e o alinhamento transparente com as equipes são cruciais.
Com jogos previstos em horários variados durante o torneio, as áreas de recursos humanos enfrentam o desafio de equilibrar o engajamento dos colaboradores, o desempenho operacional e a segurança jurídica durante o Mundial.


