Um advogado e professor, João de Freitas Guimarães, relatou ter viajado em um disco voador no litoral de São Paulo em 16 de junho de 1956. Embora a história não tenha sido comprovada, os documentos sobre o encontro com seres extraterrestres fazem parte do acervo de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) do Arquivo Nacional.
O caso ganhou notoriedade nacional há 70 anos. Os relatos do professor foram publicados no Boletim Especial da Sociedade Brasileira de Estudos de Disco Voadores (SBEDV) em 1975 e podem ser acessados no Arquivo Nacional, órgão vinculado ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. João de Freitas Guimarães, que faleceu aos 87 anos em Santos, foi professor de Direito na Universidade Católica de Santos e juiz presidente da Junta de Conciliação e Julgamento da justiça trabalhista da cidade.
Segundo os documentos históricos, o professor, que estava em São Sebastião (SP) a trabalho, viu um equipamento cheio de esferas sair das águas entre 19h10 e 19h15. Ele afirmou que dois homens, altos, claros e louros, vestindo macacão verde, saíram do objeto voador. O advogado relatou que os seres pareciam se comunicar por telepatia e o convidaram a entrar na nave, onde havia um terceiro tripulante.
Dentro do veículo, os tripulantes explicaram o funcionamento do equipamento, detalhando conceitos de gravidade e rotação. O professor calculou que a viagem durou entre 30 e 40 minutos, apesar do relógio estar parado. Ele também mencionou que havia combinado um novo encontro para 12 de agosto de 1957, mas não compareceu ao evento.


