Um incêndio em Araguaína resultou na morte carbonizada de um padrasto e de uma enteada. O padrasto, que cumpria pena por assassinato de uma enteada em 2009, foi encontrado carbonizado. O delegado aposentado que investigou o caso anterior classificou a crueldade do crime como um dos momentos mais chocantes de sua carreira.
O caso atual é investigado pela Polícia Civil. O padrasto, que estava em regime semiaberto, foi encontrado carbonizado em uma residência, junto ao corpo de outra enteada, de 19 anos. O delegado aposentado, Silneyr Deófanes de Castro, comentou que o crime de 2009, que levou à condenação do homem a 35 anos, foi um dos mais chocantes de sua trajetória policial.
De Castro explicou que o homem se apresentou espontaneamente em uma emissora de televisão após o crime de 2009, o que permitiu a prisão imediata. O delegado afirmou que o indivíduo demonstrou ser uma pessoa fria e sem arrependimento na época.
Os bombeiros foram acionados na última quarta-feira (3) para combater o fogo. No local, os militares localizaram o corpo da jovem debaixo de um guarda-roupa e o do padrasto sobre destroços de cama. A Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça informou que o monitoramento eletrônico do custodiado cumpria determinação do Poder Judiciário.


