O debate sobre privacidade está ligado à tecnologia desde o final do século XIX, quando a invenção da fotografia gerou as primeiras discussões sobre o tema. No século XX, a intimidade ganhou status legal, sendo reconhecida como direito humano em diversas nações.
O Convenio Europeo de Derechos Humanos, redigido em 1950, estabelece que todos têm direito ao respeito de sua vida privada, familiar, casa e correspondência. Esse reconhecimento legal intensificou o status da intimidade ao longo do século XX.
A partir dos anos oitenta, a digitalização incipiente impulsionou a inclusão dos dados pessoais sob proteção legal. Históricos médicos servem como exemplo dessa evolução, onde a proteção legal passou a abranger informações sensíveis.

