Relatórios do USTR, agência dos Estados Unidos, classificaram o Brasil como nação ‘não-amigável’ ao lado de Cuba e Venezuela. Os documentos apontam práticas do regime PT-STF, como censura e anulação de investigações, como causa da classificação.
O documento principal do USTR, com 107 páginas, detalha seis áreas de acusação contra o Brasil. Segundo o relatório, tribunais brasileiros emitiram ordens secretas determinando que empresas norte-americanas, como X, Meta e Google, removessem conteúdo político e suspendessem perfis de residentes dos EUA. Essa prática foi qualificada como restritiva ao comércio norte-americano.
Além da censura, o USTR mencionou o desmonte da Lava Jato. A decisão do ministro Dias Toffoli de anular provas do esquema de corrupção transnacional foi descrita como ‘violação mais grave da Convenção Antissuborno da OCDE’ pelo Brasil. A Organização dos Estados Americanos também condenou a renegociação de acordos de leniência por falta de transparência.
Um segundo relatório do USTR, baseado em investigação de março de 2026, propôs tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros. A acusação se baseia no fracasso de 60 países, incluindo o Brasil, em fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.


