A tensão entre a FIFA e a UEFA se intensifica em torno do Mundial 2026. Veículos de comunicação europeus criticam a gestão de Gianni Infantino, citando polêmicas sobre formato, custos e influência comercial. No entanto, o presidente da FIFA possui apoio de confederações fora da Europa, o que garante sua estabilidade política.
As críticas, amplificadas por jornais europeus, sugerem que a liderança de Infantino pode enfrentar problemas no Mundial 2026. Os questionamentos envolvem o formato da competição, os altos preços dos ingressos, o excesso de influência comercial e política, e a gestão centralizadora da FIFA, segundo a imprensa.
Em contrapartida, Infantino possui um império financeiro sólido e apoio das confederações da África (CAF), Ásia (AFC) e América do Sul (CONMEBOL). Esse suporte garante sua tranquilidade para a reeleição em 2027. A estratégia da FIFA de distribuir recursos para associações menores fora da Europa fortalece essa lealdade.
O conflito representa a disputa entre a Europa, que domina financeiramente o futebol de clubes, e o projeto global da FIFA, focado em redistribuir influência e recursos mundialmente. Apesar dos protestos frequentes da UEFA, a entidade permanece isolada nas votações do Congresso da FIFA.


