O ator Ronald Sotto, de 28 anos, afirmou que o protagonismo negro na televisão brasileira é um movimento de evolução necessário e irreversível. Ele comentou que, ao participar de “A Nobreza do Amor”, da TV Globo, o mercado demonstrou que o público exige representação em todas as esferas.
Sotto declarou que a teledramaturgia nacional, por muito tempo, apresentou um espelho incompleto do país. Ele disse que fazer parte de “A Nobreza do Amor”, ao lado de nomes como Duda Santos, Zezé Motta, Lázaro Ramos e Bukassa Kabengele, prova que o público demanda se ver representado em papéis de poder e afeto.
O ator explicou que o projeto se destaca por ser uma fábula rica que trata de ancestralidade com protagonismo pleno, e não apenas de subalternidade histórica. Ele disse que sua experiência anterior em “Malhação: Toda Forma de Amar” forneceu a base de agilidade necessária para o desafio atual na televisão aberta.
Sobre o alcance da novela, Sotto afirmou que a responsabilidade é grande, mas ele sente um senso de compromisso. Ele citou Lázaro Ramos e Milton Gonçalves como referências, pois ver esses artistas em papéis de destaque confirmou a possibilidade de trilhar esse caminho.


