A Exxon Mobil superou o S&P 500 em retornos de curto e médio prazo, demonstrando uma recuperação após ser retirada do Dow Jones Industrial Average em agosto de 2020. Um investimento de US$ 1.000 na empresa rendeu 53,33% no último ano, contra 27,04% do índice no mesmo período.
A transformação da empresa começou em 2018, liderada pelo CEO Darren Woods, focada em disciplina de custos e ativos vantajosos. A pandemia de 2020 reduziu a demanda por petróleo e levou a ação a ser removida do Dow Jones Industrial Average. A recuperação foi marcada pelo aumento dos preços do petróleo após a invasão da Ucrânia pela Rússia.
O desempenho recente foi reforçado por movimentos estratégicos, como o fechamento do acordo Pioneer Natural Resources por US$ 60 bilhões em maio de 2024, que fortaleceu a operação no Permian. Em 2025, a Exxon registrava uma produção recorde de 4,7 milhões de barris equivalentes de óleo por dia, com ativos vantajosos representando 59% da produção total.
Os dados de retorno mostram que, em cinco anos, um investimento de US$ 1.000 na Exxon alcançou US$ 2.974,10, um retorno de 197,41%, superando o S&P 500, que atingiu US$ 1.791,50 no mesmo período. A empresa mantém um histórico de crescimento de dividendos por 43 anos consecutivos.

