Sintomas como raciocínio lento, confusão mental e dificuldade de concentração podem indicar transtorno cognitivo se persistirem. Especialistas afirmam que a inflamação e o fluxo sanguíneo cerebral estão ligados a esses sinais. A alimentação desempenha papel crucial na saúde mental.
Estudos indicam que a luteolina, um flavonoide antioxidante, pode reduzir a névoa mental ao diminuir a inflamação cerebral e limitar o estresse oxidativo. Esse composto é encontrado em vegetais, nozes e certos chás de ervas. No entanto, não existe um alimento único capaz de prevenir o declínio cognitivo; a estratégia principal é seguir uma dieta variada e saudável.
A nutricionista Mercedes Engemann explicou que uma dieta desequilibrada, rica em gorduras saturadas e trans, produz radicais livres que acentuam o declínio. Ela complementou que a alimentação fornece informações essenciais para uma vida neurosaudável, segundo a neurologista Lucia Zavala.
Entre os alimentos benéficos, destacam-se os fermentados, que podem melhorar a memória, e as folhas verdes, ricas em antioxidantes e folato. Um relatório da Harvard Medical School também recomenda o consumo de peixes oleosos, fontes de ômega-3, associados a níveis mais baixos de beta-amiloide.


