Uma enfermeira foi sentenciada a três anos de prisão efetiva nos Estados Unidos por ferir nove recém-nascidos internados em uma unidade de terapia intensiva neonatal. A condenação ocorreu após acordo judicial referente aos abusos cometidos entre 2022 e 2024 no Hospital Henrico Doctors, na Virgínia.
A enfermeira foi acusada de causar lesões em nove bebês e respondeu a 20 acusações criminais, com pena potencial de 45 anos. O juiz Richard Wallerstein impôs cinco anos de prisão, mas suspendeu quatro, resultando na condenação formal de um ano e na pena efetiva de três anos, conforme negociado entre as partes.
Além da prisão, a profissional teve sua licença profissional cassada e foi proibida permanentemente de atuar na área da saúde. Documentos apresentados ao tribunal indicaram que câmeras de vigilância registraram comportamentos abusivos, como pressionar bebês chorando e utilizar força excessiva ao manuseá-los.
Familiares das vítimas relataram o impacto dos abusos durante a audiência. Apesar das críticas à duração da pena, alguns familiares declararam que a responsabilização representou um encerramento do caso. A enfermeira pediu desculpas, afirmando ter compreendido sua responsabilidade ao longo do processo judicial.


