As ações da Pfizer (NYSE:PFE) negociam a US$ 25,62 e oferecem rendimento de dividendo de 6,7%. Apesar da queda de receita do Comirnaty em 59% no primeiro trimestre de 2026, analistas apontam potencial de valorização, impulsionado por novos desenvolvimentos em oncologia e obesidade.
A empresa registrou cinco trimestres consecutivos de superação de resultados de lucros por ação, mas o desempenho anualizado ainda é modesto. A queda recente no valor das ações se deve, em parte, à redução de receitas de produtos relacionados à COVID-19. Além disso, há expectativa de US$ 1,5 bilhão em perdas com genéricos e biossimilares neste ano.
O consenso de mercado estabelece um alvo de US$ 29,19, refletindo um campo otimista de 38%. Um modelo de análise projeta um ganho de cerca de 24,95% em doze meses, com um caso base em US$ 32,01. O CEO da companhia, Albert Bourla, declarou que está encorajado com os avanços em oncologia e obesidade, áreas onde a Pfizer busca liderança.
O desenvolvimento de medicamentos como o Berobenatide, que demonstrou 15,9% de perda de peso em 32 semanas, e a aprovação expandida do HYMPAVZI para pacientes pediátricos, são fatores que sustentam a tese de valor. A empresa negocia a um múltiplo de lucros futuros de cerca de 8x, um valor considerado baixo pelo analista que elaborou o estudo.

