O debate na Câmara sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata da flexibilização do trabalho, especificamente a escala 6×1, foi marcado por críticas ao tom dos discursos parlamentares. As discussões envolveram alegações de preconceito contra empresários e comparações da jornada de trabalho com a escravidão.
A discussão sobre o fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, ou 6×1, não foi apenas influenciada por interesses eleitoreiros. Houve também o que a matéria descreve como preconceito contra os empresários durante os discursos que antecederam a aprovação da PEC.
Em falas realizadas, a escala 6×1 foi comparada à escravidão. Os empreendedores foram retratados como exploradores insensíveis, condenados moralmente por gerir um negócio e correr riscos econômicos.
A matéria aponta que tais comparações são consideradas improváveis em um país que adota o livre mercado e a livre iniciativa, questionando a demonização de quem gera empregos e sustenta a economia.


