O grupo BTS pode injetar bilhões na economia da Coreia do Sul nas próximas décadas, segundo projeções da NH Securities. Os gastos associados ao artista podem somar até 0,35 ponto percentual do PIB anual do país até 2040, totalizando cerca de US$ 6,58 bilhões, com base no PIB de 2024.
O impacto econômico do BTS se expande de plataformas digitais para a economia real, criando o conceito “Bangtan-nomics”, termo cunhado pela NH Securities. A cadeia de consumo começa com o consumo de músicas e produtos oficiais, evoluindo para setores como moda, gastronomia e, principalmente, o turismo na Coreia do Sul.
O público do grupo reforça o potencial de crescimento desse impacto. A NH Securities informou que cerca de 84% do fandom global, conhecido como ARMY, tem entre 13 e 20 anos. Além disso, estudos com fãs estrangeiros em Seul indicam que a maioria planeja retornar ao país múltiplas vezes, apresentando maior tempo de permanência e gastos superiores aos de turistas convencionais.
Apesar do otimismo, especialistas alertam que o crescimento não é linear, podendo ser afetado por fatores externos, como tensões geopolíticas. Contudo, a onda Hallyu, que engloba música, cinema e beleza sul-coreana, já fortaleceu o turismo como porta de entrada desse efeito econômico.

