O ministro do STF André Mendonça, relator do caso Master, deve determinar o envio do fundador do Banco Master a um presídio comum caso a Procuradoria-Geral da República rejeite a proposta de delação premiada apresentada pela defesa. O empresário cumpre prisão preventiva na Superintendência da PF no Distrito Federal.
A decisão ocorre após o fundador do Banco Master ter tido duas propostas de delação rejeitadas pela Polícia Federal (PF). Após a última negativa, a PF solicitou a Mendonça que autorizasse a transferência do investigado para uma unidade prisional comum.
Atualmente, o empresário cumpre prisão preventiva como investigado na operação Compliance Zero, na carceragem da Superintendência da PF no Distrito Federal. A segunda proposta de delação, protocolada pela defesa, detalhava como o fundador utilizou influência política para fechar acordos bilionários com fundos de previdência de servidores públicos estaduais.
A expectativa é que o órgão ministerial decida sobre o acordo nos próximos dias. A primeira proposta de delação resultou na saída do advogado que coordenava a defesa em maio de 2026. O advogado Sérgio Leonardo, que integra a equipe desde o início da operação, segue no caso.

