O vice-líder do grupo guerrilheiro Estado Maior Central (EMC) foi morto em combate na Colômbia neste domingo (21). O presidente Gustavo Petro anunciou a morte do indivíduo, que era chefe do grupo no departamento de Cauca. O EMC é uma facção dissidente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) que rejeitou os acordos de paz de 2016.
O indivíduo morto era responsável por um atentado a bomba em abril, que resultou na morte de cerca de 20 civis na região do sudoeste. O presidente Petro declarou que a morte do líder foi “o golpe mais duro desferido contra as estruturas armadas da máfia no oeste da Colômbia”.
O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, confirmou o ocorrido. Ele afirmou que o guerrilheiro estava entre os criminosos mais procurados internacionalmente, sendo buscado pelos Estados Unidos por tráfico de drogas e por facilitar o comércio de cocaína e armas com cartéis mexicanos.
A morte foi divulgada na véspera do segundo turno das eleições colombianas. Os eleitores votarão para escolher o sucessor de Petro entre o senador de esquerda Iván Cepeda e o candidato de extrema-direita Abelardo de la Espriella.

